sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Um celular na mão e um problema que nos desafia: ok, vamos produzir um vídeo!
Geração Z: conectada, multitarefa e na nossa sala de aula.



A grande nuance dessa geração é o zapear. Daí o Z. Nascido a partir de meados dos anos 1990 e principalmente no século XXI, em comum, essa juventude muda de um canal para outro na televisão. Vai da internet para o telefone, do telefone para o vídeo e retorna novamente à internet. Também troca de uma visão de mundo para outra, na vida.
Parte 1 Garotas e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o planeta sem computador, chats, telefone celular. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Aprenderam a conviver com a globalização já na infância. Desenvolvem amizades com quem nunca viu de perto e, muitas vezes, não convive bem com que está ao seu lado. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos

Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre. Aí entra a escola, para colocá-los a trabalhar de forma organizada e, assim ajudá-los a desenvolver as capacidades e competências necessárias para sua maturidade.
Parte 3 O trabalho com produção de vídeo é uma opção que a escola pode oferecer a esta geração para desenvolver estudos e investigações sobre diversos temas. Se para crianças e adolescentes de algumas gerações anteriores desenvolver trabalhos e pesquisa de forma colaborativa significava trabalhar com papel almaço, cartolina, tesoura e cola, além de enciclopédia e revistas, hoje eles podem fazer diferente. Através do uso dos dispositivos e tecnologias digitais que eles tanto gostam e conhecem, como smartphones e computadores, eles podem desenvolver trabalhos com muita qualidade. Bem orientados os estudantes podem produzir reportagens investigativas, documentários, animações ou ficções em vídeo para todas a áreas de conhecimento e para os mais diversos fins. Incentivo, oportunidade e alguma ajuda são fundamentais para eles se envolverem de forma empolgante com este tipo de tarefa.
Nossas escolas municipais de Belo Horizonte contam com laboratórios de informática que utilizam o sistema operacional Linux. Na suíte “multimídia” está localizado um editor de vídeos chamado OpenShot (caso não esteja presente basta a escola solicitar sua instalação). Ele oferece a possibilidade de trabalhar a edição de vídeos com ótimos recursos e com uma interface amigável, sem exigir grandes conhecimentos. Outro programa que pode ser utilizado é o Movie Maker, programa presente na maioria dos computadores pessoais com sistema operacional Windows. O programa a ser utilizado pouco importa. O importante são as orientações para que seja desenvolvido um bom trabalho.
Parte 5E sobre o OpenShot, temos tutoriais para que se possa fazer o fundamentai de uma edição. Basta clicar sobre as imagens. Desfrutem! 

Parte do texto inspirado em
http://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/20/politica/1424439314_489517.html



Editar é a etapa final
Orientações para desenvolver um bom trabalho com produção de vídeo na escola


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Passo a passo para uma vídeo reportagem na escola.

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Tutorial Movie Maker
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